domingo, 24 de agosto de 2014

Dia 7 - Ida para Kyoto

No nosso dia de ir para Kyoto, uma saída de casa mais em cima da hora obrigou-nos a uma pequena corrida, carregados de malas, para apanhar o comboio bala. No entanto, não perdemos a nossa viagem com este amigo.



Embora não pareça nas fotos, a viagem faz-se a cerca de 300 Km/h.



Já chegados a Kyoto, enquanto carregamos as malas para o hotel, deparamo-nos com o seguinte no meio da rua e acaba por ser uma recepção em cheio:



O almoço é tomado já a caminho do templo de Fushimi Inari, em que o panado tem por cima um puré de rabano delicioso.


No templo de Fushimi Inari esperava-nos uma experiência inesquecível, em que a exaustão física de percorrer o caminho completo até ao topo só poderia ser suplantada pela imensa beleza deste local que não parava de nos surpreender a cada passo de subida que dávamos.





Ao chegarmos ao hotel, deparamo-nos com o cenário de um Ryokan típico, com o chão de tatami onde temos que nos descalçar no hall de entrada e calçar uns chinelos próprios para andar no quarto, os futons para dormirmos, yukata para vestirmos no quarto...





sábado, 23 de agosto de 2014

Dia 6 – Tokyo Sky Tree e Asakusa

Seguimos de manhã para a imponente Tokyo Sky Tree, com uma vista deslumbrante de 360 graus da cidade de Tokyo.




Seguimos para Asakusa Shrine, um dos templos mais concorridos da cidade.



O almoço para recuperar forças de tanta confusão são uns belos camarões panados.


Depois de muito palmilhar lojas e lojinhas em Asakusa com uma infinidade de recuerdos para comprar, voltamos para Shinjuku para jantar.


Decidimos sentir a atmosfera de Shinjuku noite dentro, contemplando as luzes que esta cidade tem para oferecer.



Dia 5 – Akihabara e Roppongi

Em Akihabara não há recanto que não esteja enfeitado com um poster de anime, um anúncio a um jogo ou um letreiro luminoso vibrante a gadgets electrónicos.



Pelas ruas, proliferam as “maids” a aliciar as pessoas a entrar nos “maid cafés”.



Para o almoço, experimentámos o caril japonês.


Em todo o lado se vende anime ou existem máquinas para jogar.



Mas a génese da cidade electrónica continua lá, com diversos becos que estão dedicados à venda de componentes electrónicos.



Seguimos para Roppongi, onde existem dois complexos de centros comerciais, mas nesta altura, o convidado de honra é outro.



Em Roppongi Hills, para além da sua atmosfera comercial, os Doraemons tinham invadido o espaço.



A noite terminaria com uma experiência ao jantar, no restaurante Gonpachi.



Dia 4 – Harajuku e Shibuya

Acordados às 6 da manhã, ainda meio atordoados do jet lag, seguimos de comboio para Harajuku.


Visitamos o Meiji Shrine, bastante concorrido em Tokyo e impressionante pela sua dimensão.



Em Harajuku, se não estás vestido assim ou “pior”, não estás dentro do ambiente correcto.



Em Omotesando, também existe um certo calibre nas lojas presentes.



O almoço fez-se do tradicional sushi de passadeira, que surpreendentemente é bastante bom.



Em Shibuya, a chuva aparece em força fazendo com que o cruzamento mais movimentado do mundo seja uma passerelle de guarda-chuvas.



O jantar chega pela forma de ramen, em mais um restaurante típico e bastante pequeno.



A noite termina com uma sessão de karaoke onde até nem nos fizeram pagar mais pelo desafino e eventuais vidros partidos que eu (João) possa ter partido com a minha voz.