No nosso dia de ir para Kyoto, uma saída de casa mais em cima da hora obrigou-nos a uma pequena corrida, carregados de malas, para apanhar o comboio bala. No entanto, não perdemos a nossa viagem com este amigo.
Embora não pareça nas fotos, a viagem faz-se a cerca de 300 Km/h.
Já chegados a Kyoto, enquanto carregamos as malas para o hotel, deparamo-nos com o seguinte no meio da rua e acaba por ser uma recepção em cheio:
O almoço é tomado já a caminho do templo de Fushimi Inari, em que o panado tem por cima um puré de rabano delicioso.
No templo de Fushimi Inari esperava-nos uma experiência inesquecível, em que a exaustão física de percorrer o caminho completo até ao topo só poderia ser suplantada pela imensa beleza deste local que não parava de nos surpreender a cada passo de subida que dávamos.
Ao chegarmos ao hotel, deparamo-nos com o cenário de um Ryokan típico, com o chão de tatami onde temos que nos descalçar no hall de entrada e calçar uns chinelos próprios para andar no quarto, os futons para dormirmos, yukata para vestirmos no quarto...
domingo, 24 de agosto de 2014
sábado, 23 de agosto de 2014
Dia 6 – Tokyo Sky Tree e Asakusa
Seguimos de manhã para
a imponente Tokyo Sky Tree, com uma vista deslumbrante de 360 graus da cidade
de Tokyo.
Seguimos para Asakusa
Shrine, um dos templos mais concorridos da cidade.
O almoço para
recuperar forças de tanta confusão são uns belos camarões panados.
Depois de muito palmilhar
lojas e lojinhas em Asakusa com uma infinidade de recuerdos para comprar,
voltamos para Shinjuku para jantar.
Decidimos sentir a
atmosfera de Shinjuku noite dentro, contemplando as luzes que esta cidade tem
para oferecer.
Dia 5 – Akihabara e Roppongi
Em Akihabara não há
recanto que não esteja enfeitado com um poster de anime, um anúncio a um jogo
ou um letreiro luminoso vibrante a gadgets electrónicos.
Pelas ruas, proliferam
as “maids” a aliciar as pessoas a entrar nos “maid cafés”.
Para o almoço,
experimentámos o caril japonês.
Em todo o lado se
vende anime ou existem máquinas para jogar.
Mas a génese da cidade
electrónica continua lá, com diversos becos que estão dedicados à venda de
componentes electrónicos.
Seguimos para
Roppongi, onde existem dois complexos de centros comerciais, mas nesta altura,
o convidado de honra é outro.
Em Roppongi Hills,
para além da sua atmosfera comercial, os Doraemons tinham invadido o espaço.
A noite terminaria com
uma experiência ao jantar, no restaurante Gonpachi.
Dia 4 – Harajuku e Shibuya
Acordados às 6 da
manhã, ainda meio atordoados do jet lag, seguimos de comboio para Harajuku.
Visitamos o Meiji
Shrine, bastante concorrido em Tokyo e impressionante pela sua dimensão.
Em Harajuku, se não
estás vestido assim ou “pior”, não estás dentro do ambiente correcto.
Em Omotesando, também
existe um certo calibre nas lojas presentes.
O almoço fez-se do
tradicional sushi de passadeira, que surpreendentemente é bastante bom.
Em Shibuya, a chuva
aparece em força fazendo com que o cruzamento mais movimentado do mundo seja
uma passerelle de guarda-chuvas.
O jantar chega pela
forma de ramen, em mais um restaurante típico e bastante pequeno.
A noite termina com
uma sessão de karaoke onde até nem nos fizeram pagar mais pelo desafino e
eventuais vidros partidos que eu (João) possa ter partido com a minha voz.
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